Só tucano que se finge de ingênuo pode se dizer surpreendido com a
espionagem dos EUA sobre telefonia e dados de brasileiros.
Não faltaram advertências de analistas para avisar com todas as letras que
a entrega da Embratel para uma empresa dos EUA como foi o caso da MCI
World Comm na privataria tucana de 1998 era estender o tapete vermelho
para o governo dos USA grampear as redes e satélites brasileiros.
O dinheiro dos paraísos fiscais descritos no livro "A Privataria Tucana"
falou mais alto, e o tucanato de FHC vendeu a Embratel de porteira
fechada, com satélites, redes de fibra ótica e tudo. Nos primeiros anos
pós-privatização a Embratel era hegemônica nas redes nacionais e
internacionais de longa distância.
Nas ligações locais de Brasília o controle estava nas mãos da Brasil
Telecom, empresa controlada pelo Citibank através do banco Opportunity.
Tudo dominado.
As empresas tiveram por um bom tempo o controle sobre todas as ligação
nacionais e internacionais, sobre o tráfego de dados na internet. Pode
perfeitamente ter gravado clandestinamente ligações com fins de espionagem
diplomática, militar, comercial, industrial, de chantagem, etc, e
repassado ao governo note-americano informações sensíveis. E não havia nada
que impedisse isso, pois não adianta nada estar proibido na lei, se ações
de espionagem são por natureza clandestinas e secretas, e se não há
controle nacional sobre as atividades.
Mesmo depois que o controle acionário foi transferido pela Telmex, o
controle norte-americano sobre as informações continuou presente, através de
serviços de empresas dos EUA para a operadora mexicana, e de equipamentos,
softwares e controle de satélites.
Pode-se afirmar, sem exagero, que o governo FHC fez um verdadeiro
planejamento estratégico meticulosamente preparado para o governo
norte-americano bisbilhotar a tudo e a todos.
Agora que o senado decidiu abrir uma CPI para investigar a espionagem, o
vendilhão da pátria número 1, FHC, tem que ser convocado, se preciso por
condução coerciva pela Polícia Federal, para explicar o inexplicável.
espionagem dos EUA sobre telefonia e dados de brasileiros.
Não faltaram advertências de analistas para avisar com todas as letras que
a entrega da Embratel para uma empresa dos EUA como foi o caso da MCI
World Comm na privataria tucana de 1998 era estender o tapete vermelho
para o governo dos USA grampear as redes e satélites brasileiros.
O dinheiro dos paraísos fiscais descritos no livro "A Privataria Tucana"
falou mais alto, e o tucanato de FHC vendeu a Embratel de porteira
fechada, com satélites, redes de fibra ótica e tudo. Nos primeiros anos
pós-privatização a Embratel era hegemônica nas redes nacionais e
internacionais de longa distância.
Nas ligações locais de Brasília o controle estava nas mãos da Brasil
Telecom, empresa controlada pelo Citibank através do banco Opportunity.
Tudo dominado.
As empresas tiveram por um bom tempo o controle sobre todas as ligação
nacionais e internacionais, sobre o tráfego de dados na internet. Pode
perfeitamente ter gravado clandestinamente ligações com fins de espionagem
diplomática, militar, comercial, industrial, de chantagem, etc, e
repassado ao governo note-americano informações sensíveis. E não havia nada
que impedisse isso, pois não adianta nada estar proibido na lei, se ações
de espionagem são por natureza clandestinas e secretas, e se não há
controle nacional sobre as atividades.
Mesmo depois que o controle acionário foi transferido pela Telmex, o
controle norte-americano sobre as informações continuou presente, através de
serviços de empresas dos EUA para a operadora mexicana, e de equipamentos,
softwares e controle de satélites.
Pode-se afirmar, sem exagero, que o governo FHC fez um verdadeiro
planejamento estratégico meticulosamente preparado para o governo
norte-americano bisbilhotar a tudo e a todos.
Agora que o senado decidiu abrir uma CPI para investigar a espionagem, o
vendilhão da pátria número 1, FHC, tem que ser convocado, se preciso por
condução coerciva pela Polícia Federal, para explicar o inexplicável.
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