Dia 11 de julho de 2013, os sindicatos e os movimentos sociais estarão fazendo os seus protestos. Há alguns dias, os dirigentes desses sindicatos e movimentos se reuniram com o ex-presidente para discutirem o evento.
Vejam o que o Blog do
Reinaldo Azevedo, da Veja publicou:
“...Todas as centrais sindicais aderiram. Até a oficialista UNE resolveu se juntar à turma. Atenção! A proposta conta com o apoio do PT e da CUT – o Diretório Nacional do Partido emitiu uma nota conclamando a companheirada a ir a rua. Um dado curioso só na aparência: também o Palácio do Planalto não está exatamente hostil a idéia. Como explicar?.”
“...Todas as centrais sindicais aderiram. Até a oficialista UNE resolveu se juntar à turma. Atenção! A proposta conta com o apoio do PT e da CUT – o Diretório Nacional do Partido emitiu uma nota conclamando a companheirada a ir a rua. Um dado curioso só na aparência: também o Palácio do Planalto não está exatamente hostil a idéia. Como explicar?.”
Lembra-me a figura do
passáro, diante do espelho, bicando a sua própria imagem.
O que na realidade
estão querendo? O que está por traz das ações que estão sendo orquestradas?
Onde querem chegar? Se tiverem sucesso o descontrole será total? Quem
controlará toda essa movimentação? Por todos os lados que se analisa esse
movimento, há um grande perigo de descontrole e de conflitos. Nenhum cidadão de
bom senso deseja isto para o país
Podemos ter certeza
de que querem mais do mesmo, que hoje o país tem.
O que está em jogo
não é o direito de protestar, é fazer do protesto uma forma de impor ao Brasil
o que o povo e a nação não quer, o que está repudiando nos seus gritos e
cartazes nas ruas deste país. É impor a nação uma situação de conflito, que não
é objetivo dos cidadãos que se prezam. Estão colocando em risco as instituições
democráticas.
Dizem que vão parar o
Brasil, como se o país já não estivesse com o freio de mão puxado. Vão parar os
portos com se os mesmos não estivessem funcionando “a meia boca” de forma
a comprometer as exportações e importações do país. Como se o Brasil, despois
da eleição de 2014, não terá que fazer uma profunda reforma tributária,
penalizando seu povo, em razão da condução canhestra das contas públicas. Tudo
pela incompetência dos governos que os próprios líderes desse movimento
ajudaram a eleger, durante três mandatos.
Eles estão colocando
como pauta, entre outras, as solicitações das passeatas realizadas
anteriormente pelo povo de forma espontânea. É tudo cortina de fumaça para
colocar o ex-presidente, sindicalista, em evidência, como o responsável por
atender o clamor das ruas. Como se ele já não tivesse comprometido o futuro
desta geração e da próxima, durante o seu governo e neste atual, do qual ele
foi o grande arquiteto e continua influenciando, como uma sombra
fantasmagórica.
Quanto isto custará
para os cidadãos brasileiros? As entidades participantes do movimento do dia
11, será que já não fizeram as suas exigências para o grande líder sindicalista,
responsável por ter deixado o país na situação em que se encontra? Quem
pagará e como será paga essa conta?
Esta é uma mensagem
para aqueles que prezam o Brasil e têm a honesta intenção de defendê-lo e
torná-lo verdadeira democracia, na qual a “Ordem e o Progresso” reinem e
transmitam orgulho aos seus cidadãos.
Não deixem que as
ações programadas pelas centrais sindicais e os movimentos sociais desvirtuem
os autênticos movimentos de rua do povo brasileiro. Eles repudiaram muitas das
intenções dos que estão por traz desse movimento do dia 11. Entre elas, o uso
sem controle do dinheiro público.
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