Segundo o órgão, nos últimos dois dias cinco
pessoas se queixaram que foram enganadas pela rede social.
O golpe funciona do seguinte modo: após o
estabelecimento de uma amizade nas redes sociais, o internauta golpista envia
pelos Correios a seus amigos internautas presentes (em geral de baixo valor).
"A confiança é estabelecida e a amizade consolidada", alerta a
Receita.
Alguns dias depois, essas vítimas recebem um pedido
de ajuda do golpista, que diz que a questão precisa ser resolvida rapidamente,
pois uma encomenda ficou retida no aeroporto. Para a resolução, é
necessário um depósito, na faixa de R$ 2 mil e R$ 3 mil, em uma determinada
conta corrente bancária. O golpista insinua que a vítima será recompensada pela
ajuda.
A vítima faz o depósito da quantia solicitada na
conta bancária. Entretanto, essa conta corrente é de um terceiro, um "laranja"
que emprestou seus dados para o golpista dar o golpe. Dias depois, o
internauta golpista desaparece da rede.


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