segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Médicos Estrangeiros


A única verdade que existe é a incompetência de 12 anos de governo, que nada fez e agora procura copiar outros países no que eles tem de pior. Pois Venezuela, Cuba só podem ser exemplo para pessoas que ainda sonham com o regime por trás do muro de Berlim.
É uma vergonha para uma nação ter que resolver seus problemas desta forma. Nos países citados, o que sai de lá é pura propaganda para enfeitar o bolo. Os nossos governantes seguem a risca a cartilha de esquerda, utilizam o marketing para dourar a pílula e dizer que estão fazendo o que não estão, mas que o povo gostaria que fizesse. Isto é falta de governo com visão e com capacidade de antever os problemas, o que ocorre muito em outros países da América latina. A verdade é que nada foi feito nestes 12 anos. Governos improvisados e povo dependente da vontade de gente despreparada dão nisso. Nós só temos improvisação, instrumentalização de órgãos públicos e corrupção de todo os tipos e para todos os gostos. Projetos mal administrados e dinheiro público desperdiçado, com reconstruções e custos de obras inflacionados. Ao invés de médicos precisamos importar governantes que saibam administrar, para o presente e para o futuro, e aliem a competência com a seriedade na condução da coisa pública. Quando tivermos governantes desse tipo situações como essas não mais ocorrerão.
Vamos deixar o problema da Venezuela e de Cuba com eles e vamos resolver os nossos, com nossos próprios recursos, com competência e sem ter que mostrar ao mundo a nossa completa desorientação, por falta de governo e liderança que mereça esse nome.
Só os ideólogos do PT e dos partidos aliados não se dão conta que o país está a deriva.
“Na era Lula, o aumento do PIB nacional ficou 0,1 ponto percentual acima da economia mundial e 0,1 ponto percentual abaixo do continente. Já nos três primeiros anos da presidente Dilma nosso crescimento será praticamente 1,5 ponto percentual inferior ao da América Latina e ao da economia mundial. Em outras palavras, a desaceleração recente da nossa economia não foi compartilhada pelos demais países latino-americanos, nem pelo resto do mundo. Assim, não parece que a intensidade da perda de dinamismo da economia brasileira possa ser atribuída ao movimento cíclico da economia mundial nem ao impacto desse movimento na América Latina.” 

Samuel Pessoa doutor e pesquisador associado do Instituto Brasileiro de Economia da FGV. 
FOLHA DE S. PAULO – DOMINGO, 11 DE AGOSTO DE 2013



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