Há muita gente especulando
coisas e parece que alguns até já tem a certeza absoluta que a ida do Homem à
Lua foi somente uma peça de propaganda americana gravada em um enorme estúdio.
No dia em que Neil Armstrong pisou na Lua, 1,2 bilhão de pessoas acompanharam
este momento pela TV no mundo inteiro. Mas até hoje tem muita gente que não
acredita.
Abaixo está a lenha na fogueira, lançada pelo site diagonales.com da
Argentina:
Missão espacial chinesa revelou que os EUA nunca pousou na lua
Imagens recentes da sonda lunar chinesa aparentemente não mostram nenhuma evidência da alunissagem tripulada dos EUA, também revelando que o solo lunar é marrom e não cinza.
Depois de mais de quatro décadas desde que Neil Armstrong disse a famosa frase:
“Este é um pequeno passo para o homem, um salto gigante para a humanidade”
Cada vez mais pessoas estão certos de que nós nunca colocamos os pés fora deste planeta. Os teóricos da conspiração há muito acreditam que o governo dos EUA, desesperado para bater os russos na corrida espacial, recriou a aterrissagem lunar com Armstrong e Buzz Aldrin em uma missão secreta, que poderia ter sido gravada em algum lugar nas cercanias de Hollywood ou mesmo dentro da Área 51, e dirigido pelo cineasta Stanley Kubrick, já que seu filme “2001: Uma Odisséia no Espaço”, em 1968, mostrando que já havia, naquela época, tecnologia para criar artificialmente o espaço.
Mas especialistas dizem que uma das principais conspirações evidência de que tudo isso era uma mera montagem, foi o principal “erro” de gravação, onde você pode ver Aldrin plantar a bandeira americana, que em seguida, tremula na Lua, fato que mostraria claramente a presença de vento, o que é impossível no vácuo do espaço.
Mas agora surge uma nova evidência que poderia provar a teoria da conspiração. No último sábado a sonda não tripulada da China Chang’e 3 fez um pouso bem-sucedido na Lua, de acordo como a mídia estatal chinesa informou. Imagens recentes do rover oriental aparentemente não mostram nenhuma evidência da alunissagem tripulada EUA, as imagens também revelaram que o solo lunar é castanho acinzentado e não cinza como as imagens fornecidas pela NASA mostraram. Quem está mentindo? Será mais uma armação?
De acordo com a televisão estatal chinesa informou, a Chang’e-3 pousou com sucesso na lua depois de uma viagem de 13 dias a partir da Terra. A Nave desembarcou um veículo robótico chamado Yutu Jade Coelho em mandarim, e que algumas horas mais tarde começou a explorar Sinus Iridium, ou Rainbow Bay, uma planície relativamente suaves formada a partir de lava solidificada. Mas a controvérsia surgiu depois que a China National Space Administration publicou as primeiras fotografias do solo lunar, que, aparentemente, não era acinzentado, mas sim de cor marrom.
Os teóricos da conspiração afirmam que a superfície da lua é na verdade castanho claro com pedras desbotadas, obviamente, mais claras. Muitas pessoas dizem que talvez esta seja realmente a primeira vez que temos uma visão mais próxima e independente da superfície lunar em sua cor original. Teóricos da conspiração acreditam que o solo escuro pode na verdade ser um truque dos chineses. Um desses céticos é o líder do partido conservador da Nova Zelândia, Colin Craig. O político disse publicamente que ele não acreditava no pouso na Lua feito pelos chineses. E, aparentemente, as fotografias que foram tiradas por veículos do Japão, China e Índia, não provariam que o Homem foi à lua.
É neste ponto que algumas páginas especializadas em conspirações sugerem que Chen Qiufa, diretor da Administração Nacional Espacial da China (CNSA), disse que “todo mundo ficou surpreso quando o rover chegou, e não encontrou nenhuma evidência de que o homem já esteve na lua.”
Estas declarações polêmicas parecem concordar com muitos operadores da NASA que no passado afirmaram que não há nenhuma bandeira americana plantada na lua ou veículos tripuladas, ferramentas ou outros itens que pertenceram a missões espaciais tripuladas dos EUA no satélite. Outra linha de investigação conspiracionista diz que é suspeita a atitude onde no início deste mês, a NASA pediu a China para adiar a sua missão à Lua.
Dizem que a NASA estava seriamente preocupada com os objetivos finais da missão na Lua pelos líderes chineses. Recentemente, o portal russo “Vesti” informou que o objetivo da China era transformar a Lua em uma “Estrela da Morte”, um lugar onde os testes balísticos de grande escala seriam realizados em uma zona de decolagem para naves de exploração espacial. Este projeto coincide com declarações do Presidente chinês Xi Jinping, que declarou que a China deve estabelecer-se como uma superpotência espacial. Então, o que está realmente acontecendo na Lua? Parece que as últimas imagens apresentadas pela Administração Nacional Espacial (CNSA) da China mostra claramente a montagem dos EUA feita para enganar o mundo que eles eram os únicos capazes de atingir o solo lunar, mas, em seguida, outros acreditam que mesmo o pouso lunar chinês é falso, bem como o rover “Curiosity”.
É relativamente fácil compreender porque tantas pessoas desconfiam da NASA. A operação Apolo 11 que levou astronautas a andar pela Lua ocorreu num período crítico da Gurra Fria. Era totalmente plausível que houvesse um “Plano B” para mascarar uma eventual falha na missão Apolo, vendendo ao mundo um caso de sucesso e a morte como Heróis dos astronautas na jornada de volta ao nosso planeta. Do mesmo modo, é muito difícil, deveras impossível, imaginar que Neil Armstrong inventou de improviso a frase que celebrou o primeiro passo do homem no nosso satélite natural. A frase é linda, é perfeita, é concisa e carrega um gigante significado que transcende a propaganda de um país. Ou Armstrong era um gênio, ou ele apenas disse uma frase já decorada, e cuidadosamente lapidada para coroar o momento de expressão máxima da tecnologia humana.
As pessoas desconfiam dos EUA porque este país já se meteu em mais tramóias escabrosas do que poderíamos contar neste post sem fazer ele ficar chato. Elas também duvidam do Homem na Lua, porque, francamente, apesar de todos os avanços científicos, uma parcela significativa da humanidade ainda está imersa na ignorância, e isso é trágico.
Uma reportagem do prestigiado jornal The New York Times demonstra que, pelo menos, 6% dos norte-americanos não acreditam que o homem foi à Lua. Isso é até pouco, considerando que existe gente que até hoje (tente não rir) acredita que a Terra é Plana!
Os membros da Sociedade Terra Plana (STP) alegam acreditar que a Terra é plana. Quando você caminha por aí, o planeta parece aplanado, e a sensação que você tem é que ele é plano. Os membros daquela sociedade tomam toda a evidência contrária, como fotos da esfericidade da Terra feitas por satélites, como falsificações criadas por uma “conspiração da Terra redonda”, orquestrada pela Nasa e outras agências do governo.
Porém, note que eu NÃO ESTOU DIZENDO que o homem não foi à Lua. Estou dizendo que era plausível que houvesse um plano B, ate para que a propaganda dos russos não tirasse proveito de uma falha catastrófica dos EUA. O projeto Apolo consumiu 50 bilhões de dólares. A Apolo I explodiu ainda na plataforma de lançamento, matando seus 3 tripulantes, em 1967. A Nasa cancelou as duas missões seguintes e passou a fazer voos sem homens a bordo. Somente na Apolo VII os astronautas voltariam ao espaço.
Não sei se um plano B para a caminhada lunar existiu mesmo, mas posso dizer que se existiu este plano, ele provavelmente não foi à diante. Isso porque a Missão Apolo foi um sucesso espetacular.
E não só ela. As outras missões Apolo só fizeram aumentar a confiabilidade daquela primeira ida, afinal, se fosse um truque, seria de esperar que dados os riscos, eles “só fizessem a mágica uma vez”.
Cinco outras missões tripuladas à Lua foram realizadas com sucesso pelos americanos. Os soviéticos nunca repetiram essa façanha. Depois dos pioneiros, outros 10 homens pisariam no solo lunar: Charles Conrad e Alan Bean (Apolo XII – novembro de 1969); Edgar Mitchell e Alan Shepard – que fez tacadas de golfe na Lua (Apolo XIV – fevereiro de 1971); David Scott e James Irwin (Apolo XV – agosto de 1971); Charles Duke e John Young (Apolo XVI – abril de 1972); Eugene Cernan e Harrison Schmitt (Apolo XVII – dezembro de 1972).
Não sei se um plano B para a caminhada lunar existiu mesmo, mas posso dizer que se existiu este plano, ele provavelmente não foi à diante. Isso porque a Missão Apolo foi um sucesso espetacular.
E não só ela. As outras missões Apolo só fizeram aumentar a confiabilidade daquela primeira ida, afinal, se fosse um truque, seria de esperar que dados os riscos, eles “só fizessem a mágica uma vez”.
Cinco outras missões tripuladas à Lua foram realizadas com sucesso pelos americanos. Os soviéticos nunca repetiram essa façanha. Depois dos pioneiros, outros 10 homens pisariam no solo lunar: Charles Conrad e Alan Bean (Apolo XII – novembro de 1969); Edgar Mitchell e Alan Shepard – que fez tacadas de golfe na Lua (Apolo XIV – fevereiro de 1971); David Scott e James Irwin (Apolo XV – agosto de 1971); Charles Duke e John Young (Apolo XVI – abril de 1972); Eugene Cernan e Harrison Schmitt (Apolo XVII – dezembro de 1972).
A minha opinião é que o homem FOI SIM À LUA. Andou, catou pedras e até jogou golfe lá no satélite.
Aquele papo de que “deu um vento na bandeira” é um argumento frágil. Com baixa gravidade, a bandeira realmente teria que se agitar.
A bandeira se agita porque ELA FOI CONSTRUÍDA PARA SER ASSIM. Era parte da propaganda do Tio Sam. Quem iria querer uma bandeira pesada e sem graça? Bandeira broxa?
Ela tem uma estrutura flexível em cima que tem a finalidade de esticar o tecido super leve (que veio enrolado por uma questão de espaço e amassou todo) para dar a SENSAÇÃO de vento. Foi tão bem feito que até hoje tem gente achando que ventou lá na lua (ou na locação).
Mesmo na hipótese remota de ser uma fraude, qual seria a lógica de colocar um ventilador num lugar que não tem vento, minha gente?
Os produtores do programa MythBusters (os Caçadores de Mitos) até fizeram um programa todinho destinado a examinar as alegações dos maníacos por teorias de conspiração. Vocês poderão assistir ao episódio completo no YouTube. Jay Windley é dono de um dos vários sites preocupados em desmentir as besteiras daqueles que questionam a ida à Lua. Seu site, o Clavius desmistifica as teorias conspiratórias e é um bom lugar para partir em busca da verdade.
Mas é claro que somente isso não basta. Precisamos de provas mais concretas que o ser humano realmente pisou o regolito do nosso satélite natural.
O site da Universidade do Arizona publicou a foto do estágio de descida do módulo lunar Antares pousado no solo lunar. Na foto acima vemos também o ALSEP (Apollo Lunar Surface Experiment Packages) – um conjunto de instrumentos científicos deixados na superfície lunar pelos astronautas Apollo, além dos rastros deixados pelos membros da missão Apollo 14. Vemos aqui também longas sombras a partir de um Sol baixo no horizonte, que tornam os locais dos módulos evidentes.
O impressionante nesta foto é a presença das trilhas deixadas pelos astronautas no solo lunar. As marcas foram causadas principalmente pelo equipamento MET (Modularized Equipment Transporter) que foi usado pelos astronautas Alan Shephard e Edgar Mitchell como apoio para carregar os equipamentos e artefatos usados na missão Apollo 14. Veja mais detalhes das trilhas do carrinho MET no vídeo abaixo:
Se vpcê ainda tem dúvidas, pode consultar as marcas no solo lunar feitas pelos astronautas aqui:http://lroc.sese.asu.edu/news/?archives/91-Trail-of-Discovery-at-Fra-Mauro.html
Mas há ainda provas melhores que isso. Os astronautas da Apolo 11 colocaram espelhos refletores no solo lunar, virados para a Terra. O objetivo era medir o afastamento do satélite. Olha eles aí:
Os espelhos são, na verdade, espelhos prismáticos, como os “olhos de gato” que são usados na sinalização de trânsito e de bicicletas. A luz é refletida na mesma direção que ela veio, mas mesmo assim os espelhos são posicionados apontando para a Terra, para obter eficiência máxima.
Um laser é emitido daqui da Terra, e atinge o espelho na Lua (na verdade, parece que ele ilumina uma área de 1,5km de diâmetro), e é refletido de volta. Um detector de fótons então acusa o recebimento da luz refletida pelo espelho. Medindo a diferença de tempo, pode-se calcular a distância a que está a Lua. Quanto melhor a medição do intervalo de tempo, mais precisa a medida da distância.
As alegações sensacionalistas que dizem que a sonda chinesa PROVA que os norte-americanos não pisaram o solo lunar é risível. E é risível porque a Lua é enorme, e a área em que os astronautas estiveram é um pedacinho pequenino. Você sabe qual é a real dimensão da lua?
A lua é quase do tamanho no Brasil, mas ela é uma esfera.
O site Dimensions, da BBC, permite que a gente possa comparar o tamanho de diversas coisas com locais reais pelo Google Earth.
Com base neste dado, imagine que a sonda made in China tenha no máximo um metro e meio. Agora imagine alguém alegar que você morador do Brasil não mora realmente no Brasil, já que ele mandou seu robô de um metro e meio ao Brasil e o robô não te achou.
É uma alegação estapafúrdia. Para se encontrar alguma coisa, seja na Lua ou no Brasil, é preciso primeiro saber onde ela está e só então procurar. Mandar algo para um satélite com 3474,8 km de diâmetro equatorial e conseguir que ele acerte exatamente onde estão os restos das missões Apolo seria um feito de sorte incrível.
A alegação que a Lua tem solo marrom nas fotos do rover chinês enquanto aparece cinza esbranquiçado nas fotos da NASA se explica ainda mais facilmente: Chama-se balanço de branco. Toda imagem capturada por um sensor CMOS é sensível a uma leitura de cores onde o sensor precisa ser calibrado antes para saber o que é o branco. Se você diz ao sensor que o branco é o rosa, ele vai mudar todas as demais cores do espectro cromático com base naquele dado falso. Isso é usado amplamente em fotografia. Muitas vezes, ao fotografar sob a luz fluorescente de uma cozinha, por exemplo, a imagem tende a esverdear. Por isso, muitas câmeras já vem com predefinições de “balanço de branco” onde a Máquina vai pegar aquela imagem que seria esverdeada e vai corrigir com base na temperatura de cor. Assim, isso evita que fotos feitas em ambiente de luz incandescente, como as lâmpadas comuns de filamento, se torne excessivamente laranja.
Dessa forma, se a imagem enviada pela sonda não foi calibrada para o branco, ela certamente pode ter variado a cor da imagem. Outro fato que aponta para isso é que a câmera do módulo que soltou o rover registrou um solo exatamente cinza como o das fotos da NASA:
Eu creio que está bastante claro que toda esta especulação sobre as idas à lua serem falsas são na verdade um misto de má fé por parte de alguns com extrema ingenuidade misturada com ignorância por parte de outros. No entanto, duvidar não é errado. Duvidar é importante, mas duvidar eternamente se torna mais uma profissão de fé do que outra coisa. Os céticos são os primeiros a exigir uma abertura de pensamento para a possibilidade de fraude, erro ou mentira quando se trata da questão ufologia, mas quando é alguém duvidando de algo como a ida a lua essas pessoas são acusadas por eles de serem “malucos, burros, desinformados, tolos, ignorantes e, em boa parte, fanáticos religiosos”. Efetivamente, neste caso elas estão erradas, mas não em duvidar e sim em não buscar o suficiente as informações que as tirem dessa duvida.
Certamente que mesmo com todas as provas, espelhos, fotos de telescópios, sondas, e tudo mais, milhares ainda duvidarão que o ser humano já esteve na Lua. A extrema credulidade humana em certos aspectos se alia a incompreensível incredulidade em outros. Enquanto houver gente, haverá os que acreditam em sereias, monstros, na Terra plana levitando no vácuo e até, é claro, em conspirações do Homem que segundo eles, nunca foi à Lua.
Certamente que mesmo com todas as provas, espelhos, fotos de telescópios, sondas, e tudo mais, milhares ainda duvidarão que o ser humano já esteve na Lua. A extrema credulidade humana em certos aspectos se alia a incompreensível incredulidade em outros. Enquanto houver gente, haverá os que acreditam em sereias, monstros, na Terra plana levitando no vácuo e até, é claro, em conspirações do Homem que segundo eles, nunca foi à Lua.
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