Se durante muito tempo homens e mulheres pareciam estar em um grande ringue lutando um contra o outro, hoje em dia a "briga" está começando a diminuir. Ao longo de anos, assumir um relacionamento mais sério era motivo de piada entre amigos e era mais interessante chamar aquela mulher com quem o homem saía de peguete, mas hoje as coisas já estão começando a ficar diferentes.
Com os seus 35 anos de experiência, Roselake afirma com todas as letras que o cenário atual está mudando, "mulheres e homens querem se relacionar mais sério, mas ainda não acharam como vão fazer isso, estão sentindo falta de relacionamentos mais sólidos", ilustra ela, baseada em informações de pessoas que batem à porta de sua consultoria em busca de ajuda para se relacionar amorosamente.
Com os seus 35 anos de experiência, Roselake afirma com todas as letras que o cenário atual está mudando, "mulheres e homens querem se relacionar mais sério, mas ainda não acharam como vão fazer isso, estão sentindo falta de relacionamentos mais sólidos", ilustra ela, baseada em informações de pessoas que batem à porta de sua consultoria em busca de ajuda para se relacionar amorosamente.
Roselake explica que, por um lado, a maior parte das queixas dos homens é que eles não confiam mais tanto nas mulheres, porque elas passaram um grande tempo não querendo nada mais sério. Por outro, as mulheres também tentaram impor respeito sobre si mesmas na vida sentimental e nisso deixaram para trás alguns traços bem femininos, assustando o público masculino. Desse jeito, eles se sentiram pequenos. "Hoje o homem está aprendendo a ser um pouco mais sensível e a mulher também está tentando recuperar a sua feminilidade, a sua doçura, a sua forma de encantar mais suave, que são propriedades da mulher que tinham se perdido. Foi preciso, foi válido passarmos por este período de receios e rótulos, mas agora as coisas estão entrando no eixo e em muito pouco tempo poderemos nos relacionar com entregas maiores, mais respeitosas, mais cheias de amor, com muita comunicação e muito entendimento, porque ninguém é mais, nem menos, nem maior ou pior, somos partes diferentes que se completam" prevê a especialista em desenvolvimento humano.
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